Francês Henri-Pierre Jeudy abre as atividades do Seminário Internacional Comunidade – Mídia – Cidade 11/04/2013

Texto: Layane Palhares

Fotos: Ana Paula Antunes

Na noite da última segunda-feira, 08 de Abril, uma conferência com o francês Henry Pierre Jeudy sobre “A Comuninade e a Cidade” abriu as atividades do Seminário Internacional Comunidade – Mídia – Cidade, no auditório do IME. O seminário foi desenvolvido pelo projeto Casadinho entre a UFG e a UFRJ com o apoio do CNPQ durante os dias 8 e 9 na UFG e na UFRJ nos dias 11 e 12 de abril.

Mesa de abertura do Seminário Comunidade – Mídia – Cidade

O projeto de pesquisa é uma parceria da Universidade Federal de Goiás e Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o apoio do CNPq, para que os programas de pós-graduação possam realizar pesquisas mútuas. “ O programa Casadinho, um título dado pela CNPq, é um casamento intelectual entre três professores da UFRJ, Raquel Paiva, Moniz Sodré e Eduardo Coutinho orientadores de três professores da UFG, Simone Tuzzo, Ana Carolina Temer e Tiago Mainiere. “São quatro anos de trabalho intenso para que as experiências sejam repassadas e que possamos dinamizar os trabalhos na UFG”, afirma a professora Simone Tuzzo.

Na abertura do seminário, o reitor da UFG, professor Edward Madureira Brasil, ressaltou que é uma satisfação para UFG poder desenvolver programas como o projeto Casadinho. “Este projeto pensado pela Capes é um incremento para as pós-graduações mais novas com o apoio daquelas já consolidadas. É muito bom ver uma universidade da envergadura da UFRJ, em um projeto conosco, trabalhando para o avanço da nossa pós-graduação. Apesar da pouca idade da pós-graduação da Facomb, que completou 5 anos de programa, já é possível ver mudanças profundas acontecendo, e isso é apenas o começo.”

Reitor da UFG, professor Edward Madureira Brasil

Cultura, política, lazer, mobilidade, música, violência, mídia tradicional e novas mídias compõem o leque de assuntos que serão discutidos durante os evento. Os principais objetivos do seminário é discutir as possibilidades da estrutura comunitária na cidade atualmente; investigar as novas formas de contato, vinculação e comunitarismo.

Professora Raquel Paiva, da UFRJ

Diante de um auditório lotado, Henri-Pierre Jeudy falou sobre o Brasil, e disse que não se tratava de um discurso “para francês ver”. Apesar da dificuldade com o idioma, o sociólogo, filósofo, professor e escritor manteve os docentes e estudantes atentos por mais de uma hora, demonstrando simpatia pelo Brasil e intimidade com os problemas que são enfrentados diariamente nas cidades. “Tenho uma atração muito forte pelo Brasil, pois aqui há sinais culturais muito próprios e vivos, que não desaparecem. Não é algo que se encontre tanto num local preciso ou na malha arquitetônica, mas que está presente nas cidades, como um todo” disse ele.

Professor Henry-Pierre Jeudy durante a palestra A Comunidade e a Cidade

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